A CONTRIBUIÇÃO DA EDUCAÇÃO CRISTÃ, NA FORMAÇÃO DE UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA - Edson Boaventura
INTRODUÇÃO
O presente artigo aborda
educação cristã como uma importante ferramenta que pode contribuir
significativamente com a formação de cidadãos que tenham um olhar mais
solidário para com o seu próximo, e essa condição é determinante para a
construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
Devemos sempre nos lembrar de que a sociedade
é formada por pessoas comuns que ocupam os diversos setores da vida pública e
privada, e são esses cidadãos que determinam os rumos da coletividade. A
educação cristã ensina princípios de valorização das pessoas, independentes de
sua etnia, condição social, sexo etc. isso porque ela tem como base a palavra
de Deus, cujo ensino é centrado em premissas de comportamentos baseados no amor
ao próximo.
Uma sociedade cuja
lideranças tenham como princípios valores como: amar o próximo como a si mesmo,
não cobiçar aquilo que pertence a outrem, não roubar, não matar, não levantar
falso testemunho, tende a ser mais justa e igualitária. Esses ensinamentos
podem redirecionar a sociedade brasileira, pois aqueles que os aprende e os põe
em prática como regras de vida, dificilmente aceitarão um suborno ou tentarão
subornar alguém, dificilmente buscarão o poder a qualquer custo, dificilmente
farão acordos espúrios etc.
Enfim, podemos
combater várias mazelas que tem mantido nosso país no centro dos escândalos de
corrupção, tanto na esfera pública quanto na esfera privada.
A corrupção é um problema endêmico no Brasil, mesmo sendo
percebido com mais ênfase no meio político, ela também está presente no dia a dia
de boa parte da população. Seja segurando uma criança de outra pessoa no colo para
se livrar da fila, seja tentando subornar o policial numa blitz ou mesmo pedindo
para um colega colocar a bolsa numa cadeira para segurar o lugar que deveria
ser de alguém que chegou primeiro.
E assim a sociedade vai se acostumando com a corrupção em
menor escala de prejuízo, e quando aparecem os grandes escândalos, as pessoas
já não reagem com indignação, deixando assim a porta aberta para o corrupto se
perpetuar nessas práticas criminosas.
Damos ênfase a questão da corrupção porque talvez ela
seja o maior mal a ser combatido em nosso país, a todo momento alguém tenta
levar vantagem sobre o seu próximo e esse mal não é novo e não é uma exclusividade
nossa, mas algo antigo em todo o mundo. Vejamos o que diz o texto abaixo:
As raízes da corrupção são históricas. Não é um mal inventado na modernidade. O Código de Hamurabi e o Código de Manu, ambos antes de Cristo, já faziam referência ao fenômeno. Aristóteles, Platão, Confúcio, também mencionam o tema. Desde a antiguidade, reis, rainhas e amigos do rei, subornavam e eram subornados. Até a Bíblia relata atos e decretos sobre a corrupção: “Não roubarás!” (Ex 20.15). (TRANSFERRETTI, COELHO e ZACHARIAS, 2021, n/p.)
O papel da educação cristã, dentro deste contexto é essencial
na formação de uma sociedade cujo caráter de cada individuo seja forjado
segundo verdades bíblicas como; amor ao próximo, respeito à coletividade, altruísmo
etc.
Veja o que diz Lyons, com base na definição de educação de
Noah Webster:
Mas
seria só isso? Claro que não; não basta ensinar boas maneiras às pessoas, é
preciso dizê-las o porquê devem agir desta forma e não daquela outra, esses
ensinamentos precisam vir carregados de uma autoridade que seja maior que o
indivíduo, é aí que entra a educação cristã, ela traz verdades que estão entre
nós a milênios, e nenhuma verdade sem fundamentação sólida perduraria por tanto
tempo.
Temos
que quebrar o monopólio do ensino teológico só para obreiros ou membros da igreja,
a palavra ‘teologia’ numa tradução mais livre significa “estudo sobre Deus, ou
sobre a revelação de Deus, na Palavra escriturada”. A teologia não ensina apenas
como se relacionar com Deus, mas também como se relacionar com o seu próximo e
com a sociedade como um todo.
Isso fica claro nos dez mandamentos, que estão
registrados no livro do Êxodo capítulo vinte, e traz a seguinte ordem: apenas
os quatro primeiros mandamentos tratam do relacionamento do homem para com Deus,
e os seis últimos tratam exclusivamente do relacionamento do homem com o seu
semelhante, são estas as instruções a partir do quinto mandamento: honrar pai e
mãe, não matar, não adulterar, não roubar, não dar falso testemunho e não
cobiçar o que é do próximo. Vejamos o texto:
Honra a teu pai e
a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus
te dá.
Não matarás.
Não adulterarás.
Não furtarás.
Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
Não cobiçarás a casa do teu próximo, não
cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu
boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.
(BÍBLIA,
ACF). Êxodo 20. 12-17, 2007, p. 81).
Podemos facilmente perceber que se a Igreja assumir o papel que lhe cabe na sociedade, que é ensinar os princípios éticos e morais da palavra de Deus, a realidade da nossa sociedade pode ser modificada, pois, quem honra os pais, jamais vai querer decepcioná-los se envolvendo em coisas ilícitas. Ensinar a valorizar a vida, (não matarás), pois a vida é o bem mais precioso e deve ser valorizada. E quiçá Deus, acabemos ou pelo menos diminuiremos muito a corrupção, que é uma das maiores causas primária de morte em nosso país.
A corrupção mata nas filas de hospitais, ela mata por
falta de investimento em segurança, ela mata por falta de recursos na educação,
pela falta de saneamento básico etc. outro mal que podemos evitar é a cobiça
nas coisas alheias, isso evita roubos, adultérios e destruição de famílias, que
muitas vezes é fator de influência para que jovens se tornem rebeldes e busque
consolo nas drogas lícitas e ilícitas.
Não adulterar, ensina o princípio da fidelidade aos
compromissos assumidos e não apenas com o conjugue, mas compromissos com a
sociedade, com o seu próximo etc. quem vive sob a égide desse mandamento,
dificilmente se corromperá.
Aquele que obedece ao mandamento de não roubar, nunca
será seduzido pelo poder e certamente se afastará de qualquer forma de ilicitude.
E por fim aquele que não dá falso testemunho, não se corrompe, pois o corrupto
é por princípio um mentiroso e recorrerá a essa prática quando for confrontado
pela justiça ou mesmo pelo cidadão que lhe confiou o voto.
Em um texto escrito para o ‘Blog Gospel mais’, o
colunista Sílvio Costa, faz a seguinte observação sobre a crise de valores dos
políticos e da política brasileira:
A saída dessa crise de valores morais e políticos está no despertar para o autêntico e verdadeiro cristianismo – em ser uma igreja que interage com comunidade, que fala com os vizinhos, andarilhos, desempregados, jovens, crianças, executivos, políticos; que se importa com a saúde, educação, oportunidades; que reflita sobre a melhoria da rua, bairro, cidade e num contexto geral do próprio país – é onde temos falhado como cristianismo participante da construção de um Brasil melhor. Eu não proponho de jeito nenhum uma política que tenha como premissa só legisladores católicos ou evangélicos porque a história já mostrou onde isso vai dar (e também o Estado deve continuar laico e para todos) – a argumentação gira em torno dos fundamentos e valores do cristianismo na formação do novo caráter político brasileiro – é uma semeadura, é para nossos filhos e netos; e assim, eles serão mais brasileiros que nós (porque participarão do que interessa ao país e não só daquilo que interessa as nossas denominações). (COLUNAS.GOSPELMAIS, 2021).
Podemos concordar com ele no
tocante à urgente necessidade de conscientização dos nossos jovens cristãos sobre
a necessidade de uma igreja que interaja mais com o mundo à sua volta, e não se
trata de uma interação que leve a igreja a abrir suas portas para as práticas
mundanas, é exatamente o contrário, a igreja deve influenciar o mundo com
preceitos cristãos, como: verdade, amor ao próximo, abnegação, resiliência e
honestidade.
Esses são preceitos que permeiam a educação cristã e
são fundamentais para que o político ou qualquer funcionário de autarquia trate
o erário público com responsabilidade, aplicando-o de maneira a beneficiar a
comunidade como um todo e fiscalizando a execução de cada projeto para que não haja
desperdício.
A corrupção em si, já é um grande mal, mas ela se
torna ainda mais grave porque afeta em maior medida os menos favorecidos, e se
engana quem pensa que ela está só no setor público, ela acontece em todos os
setores da sociedade. E esse tema já é abordado na Bíblia, mostrando que esse
não é um problema da nossa geração, mas uma realidade que o pecado incutiu no
coração dos homens. Pensando nisso o pastor Daniel de Almeida, escreve o seguinte:
A Bíblia trata do tema da corrupção da raça humana e do plano redentor de Deus, do Gênesis ao Apocalipse; a corrupção “lato sensu” (o pecado, de uma forma geral), que se desdobra em corrupções “strito sensu” (manifestações específicas da rebelião humana). Nosso foco é na corrupção como ferramenta de opressão econômica, afronta ao pobre; a negação do acesso do outro aos direitos básicos pela malversação de dinheiro público, pagamentos de propinas, superfaturamentos etc. (ULTIMATO.COM.BR).
Se a corrupção é um problema tão
antigo e tão presente na sociedade, está mais que na hora de aplicarmos um antídoto
para combater esse mal, e ele tem nome, chama-se educação cristã. É preciso
deixar claro que o ensino teológico ou educação cristã nesse contexto, não tem
objetivo religioso, ou seja, não pretende subjugar o espaço de construção do
saber, transformando a escola em campo missionário.
Nesse contexto o ensino cristão tem
por objetivo disseminar valores éticos e morais, que contribuirá significativamente
na formação do caráter dos cidadãos.
Os frutos da educação cristã no que diz respeito ao saudável convívio social pode ser facilmente percebido na congregação, pois pessoas com culturas, status social e condições financeiras diferentes, convivem como se iguais fossem em todos esses aspectos. Veja o que diz Alessandro Rocha:
Muitos educadores e gestores
independente de suas crenças, já perceberam que a educação cristã pode trazer
essa significativa contribuição para a sociedade, mas parece haver um
preconceito, como se ela não possuísse um método pedagógico, mas ela possui e
sabe exatamente qual o seu objetivo a ser alcançado. Para RICHARDS, (2008, p.26).
“A impressão de que a educação cristã implica em mais que conhecimento e
processamento de informações bíblicas fica favorecida quando olhamos para os conceitos de ensino e aprendizado do
Antigo e do Novo Testamento”.
O texto acima mostra claramente que nem de longe a educação cristã está desconectada da educação formal, pois ela se preocupa inclusive em não perder o foco naquilo que de fato é importante e que pode combater as mazelas éticas e morais, que são responsáveis por tantas desigualdades social. Para MACCULLOUGT, et al (2005, p.41/42):
Em todas as partes do currículo, podemos planejar explicitamente maneiras de desenvolver o senso de responsabilidade dos alunos, combinando expectativas elevadas com amos, encorajamento e apoio. Modelamos valores bíblicos, apresentamos justificações para eles e apresentamos casos que os levem a refletir sobre o modo como esses valores se aplicam a circunstâncias específicas. Desse modo, ajudamos os alunos a substituírem o egoísmo e a fé na autonomia do indivíduo pela abnegação, a humildade e a atitude de serviço.
A educação cristã, não apenas desenvolveu métodos
próprios como se adaptou àqueles já consagrados no meio acadêmico.
Sabendo que tem muito a contribuir com a formação de uma
sociedade mais justa, os educadores cristãos têm buscado atualizar-se, sem
perder de vista o equilíbrio, pois entendem que soluções rápidas podem trazer
consequências maléficas no futuro. Por isso no livro, Deus nosso mestre, PAZMIÑO
(2006, p.29) diz:
A discussão precedente, referente ao conteúdo, às pessoas e ao contexto, indica a necessidade de uma abordagem equilibrada do ensino cristão futuro que respeite a trindade educacional. Essa trindade educacional requer que prestemos atenção ao conteúdo, às pessoas e ao contexto afim de não reduzir o nosso foco a apenas um desses elementos essenciais no planejamento e projeto educativo. O equilíbrio é um desafio especial numa era de soluções rápidas e resultados práticos que deixam de enfrentar as questões mais amplas que afetarão as gerações futuras.
Pode estar exatamente nessa busca por soluções rápidas a falha de caráter de muitas pessoas, no afã de conseguirem o que querem ou que acham que têm direito, abandonam qualquer preceito ético e moral, e isso é danoso para si e para a sociedade, pois é daí que advém a corrupção, a contravenção etc.
Soluções rápidas não gera formação
adequada, a esse respeito veja o que diz o texto abaixo:
Talvez tenha sido essa a falha da educação em décadas
passadas, uma preocupação exagerada com a formação cognitiva e uma relegação a
um nível ínfimo da formação do ser como um todo, ou seja, uma atenção especial
com a ética e a moral.
Acreditamos que formar uma geração que tenha um olhar
mais voltado para o todo, que pense sempre no quanto pode contribuir positiva ou
negativamente com o bem-estar da sociedade como um todo, passa por professores
que já vivam tal realidade. Olhando para as gerações passadas, aprendemos que a
educação tribal se dava pelo exemplo, não apenas pela transmissão oral de um conhecimento.
Veja o que diz ARAÚJO sobre esse tema:
A educação nas sociedades tribais, acontece de forma natural e espontânea: as crianças aprendem imitando os gestos dos adultos nas atividades diárias e nas cerimônias rituais. Nesta modalidade de educação, a formação é integral porque abrange todo o saber da tribo e é também universal porque todos podem ter acesso ao saber, e ao fazer, apropriado pela comunidade. As crianças são cuidadosamente conduzidas pelos adultos que pacientemente entendem as condições ade ser criança e de terem ritmos próprios. Assim, elas aprendem para a vida e por meio da vida, sem que alguém seja exclusivamente separado para a tarefa de educá-las. (ARAÚJO, 2015, p. 17,18).
A chave do sucesso naquelas sociedades ou no seu método
de educar, não se dava por ser um método simples, mas por ter pontos de
ligação, ou seja, havia uma conexão sobre o que era ensinado para os mais
jovens e a realidade do dia a dia do mestre, os jovens se interessavam em
aprender e aplicar na sua vida aquilo que era comum na vida de quem ensinava.
Sobre essa necessidade de se criar pontos de ligação no
processo de educar, comunicando verdades que transforma vidas, vejamos o que
diz o texto abaixo:
O termo comunicação vem do latim communis, que significa “comum”. Para que possamos comunicar algo a alguém precisamos antes estabelecer pontos em comum com ele. E quanto maior for o número de pontos comuns, maior também será a probabilidade de uma boa comunicação. (HENDRICKS, 2015, p.73).
A educação cristã sabe que esse é um preceito fundamental para o sucesso na aplicação de qualquer conteúdo, criar pontos em comum ou pontos de ligação através do quadrante: educador, vida prática, ensino e educando, é a chave para criar interesse pelo conteúdo e disposição para aplicá-lo na prática.
A corrupção, a falta de empatia, a falta de sensibilidade com pessoas que apresentam alguma deficiência, a falta de respeito com os idosos etc. são males que corroem e corrompem a nossa sociedade, e só a educação pode mudar essa realidade, e dentro dessa perspectiva, a educação cristã tem muito a contribuir.
Conclusão
Concluímos que algo precisa ser feito no tocante à formação
dos nossos jovens, é empírico que não temos alcançado resultados satisfatórios
quando pensamos na formação do sujeito como um todo, pois se não fora assim,
não teríamos tantos políticos corruptos, empresários desonestos, tantas
crianças abandonadas, desigualdades, violência e desrespeito às autoridades, seja no âmbito
escolar ou social.
Os pressupostos da educação cristã são baseados na ética,
moral e no amor a próximo, mas infelizmente até aqui, este conceito de educação
com objetivo de formação integral do indivíduo, só está disponível no âmbito
particular, é preciso que ele chegue a todos os brasileiros, através de parcerias
com governos; Federal, Estaduais e Municipais.
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Tradução de João Ferreira de Almeida. Rio de Janeiro: Publicação Vida Melhor
Editora S/A, 2019. 1177p. Velho Testamento e Novo Testamento.
ARAÚJO, Berenice e RIBEIRO,
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Pindamonhangaba: IBAD, 2015.
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Disponível em: https://colunas.gospelmais.com.br/brasil-o-cristianismo-irrelevante-gerou-politicos-corruptos_10759.html.
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– Acessado em 21/12/21.
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